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A partir do conceito de Pitágoras, no século VI a. C., que concebe a mousiké como uma manifestação artística que envolve muito mais do que uma reprodução técnica de sons e se relaciona com conceitos Filosóficos de harmonia, cosmos e logos, a autora mergulha no século XX. Estuda então os compositores Alexander Scriabin e John Cage, verificando como eles apresentam vários pontos em comum com o pensamento pitagórico. A música é então valorizada no seu aspecto técnico e, principalmente, no filosófico.
137 páginas
Ed. UNESP
A partir do conceito de Pitágoras, no século VI a. C., que concebe a mousiké como uma manifestação artística que envolve muito mais do que uma reprodução técnica de sons e se relaciona com conceitos Filosóficos de harmonia, cosmos e logos, a autora mergulha no século XX. Estuda então os compositores Alexander Scriabin e John Cage, verificando como eles apresentam vários pontos em comum com o pensamento pitagórico. A música é então valorizada no seu aspecto técnico e, principalmente, no filosófico.