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No cenário do violão paulista, além da figura dominante do grande Américo Jacomino, o Canhoto, e mesmo antes dele, autores como Theotonio Gonçalves Corrêa e João Avelino de Camargo, hoje quase esquecidos, compuseram música original, atuaram em concertos, gravaram discos e, pioneiramente, publicaram partituras para o instrumento, contribuindo para o estabelecimento do violão como instrumento solista. E isso sem esquecer de artistas estrangeiros como Gil-Orozco e Alberto Baltar. Fruto da ampla e minuciosa pesquisa da autora para a sua tese de doutorado, os volumes Violões na velha São Paulo recuperam parte dessas partituras esquecidas, ou inéditas, algumas, da música para violão que se tocava em São Paulo na virada do século XIX para o século XX. Música que, esperamos, volte a merecer a atenção dos violonistas de hoje.
Editora Legato
No cenário do violão paulista, além da figura dominante do grande Américo Jacomino, o Canhoto, e mesmo antes dele, autores como Theotonio Gonçalves Corrêa e João Avelino de Camargo, hoje quase esquecidos, compuseram música original, atuaram em concertos, gravaram discos e, pioneiramente, publicaram partituras para o instrumento, contribuindo para o estabelecimento do violão como instrumento solista. E isso sem esquecer de artistas estrangeiros como Gil-Orozco e Alberto Baltar. Fruto da ampla e minuciosa pesquisa da autora para a sua tese de doutorado, os volumes Violões na velha São Paulo recuperam parte dessas partituras esquecidas, ou inéditas, algumas, da música para violão que se tocava em São Paulo na virada do século XIX para o século XX. Música que, esperamos, volte a merecer a atenção dos violonistas de hoje.