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Tem Caneta no Samba agrega um conjunto de desenhos que foram feitos ao vivo, no período entre 2015 e 2020, durante as apresentações de uma grande quantidade de músicos atuando num grupo de pequenas casas de shows espalhadas por vários locais da cidade de São Paulo, que traziam como características comuns a exiguidade de seus espaços, o ambiente intimista, o contato direto com os músicos, a plateia acomodada em mesas compartilhadas – às vezes quase ombro a ombro –, bons cardápios e muitos banquetes musicais. Por esse circuito, passaram grandes figuras da música brasileira e também a nova e novíssima safra de talentosos instrumentistas, compositores, intérpretes e um público cativo e crescente que, somados às atividades das salas de concerto tradicionais, estabeleceram um território musical vibrante na capital paulista. Tem caneta no samba é o resultado desses anos de rabiscos no escuro mais que iluminado pelo melhor da música que proporcionou, a tantos, momentos tão especiais. Uma riqueza que só quem ouviu, viu e viveu sabe avaliar. Para que estes desenhos não pairassem sozinhos na tentativa de esboçar histórias desse pedaço de tempo e também para trazer outras sonoridades a estas páginas, reuni vários convidados que têm a sua presença mais do que reconhecida nesses e noutros cenários. Tenho por cada um deles a maior admiração.
Editora : LUIS MAGNANI
Tem Caneta no Samba agrega um conjunto de desenhos que foram feitos ao vivo, no período entre 2015 e 2020, durante as apresentações de uma grande quantidade de músicos atuando num grupo de pequenas casas de shows espalhadas por vários locais da cidade de São Paulo, que traziam como características comuns a exiguidade de seus espaços, o ambiente intimista, o contato direto com os músicos, a plateia acomodada em mesas compartilhadas – às vezes quase ombro a ombro –, bons cardápios e muitos banquetes musicais. Por esse circuito, passaram grandes figuras da música brasileira e também a nova e novíssima safra de talentosos instrumentistas, compositores, intérpretes e um público cativo e crescente que, somados às atividades das salas de concerto tradicionais, estabeleceram um território musical vibrante na capital paulista. Tem caneta no samba é o resultado desses anos de rabiscos no escuro mais que iluminado pelo melhor da música que proporcionou, a tantos, momentos tão especiais. Uma riqueza que só quem ouviu, viu e viveu sabe avaliar. Para que estes desenhos não pairassem sozinhos na tentativa de esboçar histórias desse pedaço de tempo e também para trazer outras sonoridades a estas páginas, reuni vários convidados que têm a sua presença mais do que reconhecida nesses e noutros cenários. Tenho por cada um deles a maior admiração.