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Esta é uma investigação sobre o amor do homem comum, presente na poética musical, dita popular e comunicada, socializada pela mídia. O homem comum é aquele que não aspira a ser herói, que não deseja ser o invencível guerreiro, o grande governante, o alto legislador e que não quer ser mais que pode a sua humanidade.
Editora: Fino Traço
Esta é uma investigação sobre o amor do homem comum, presente na poética musical, dita popular e comunicada, socializada pela mídia. O homem comum é aquele que não aspira a ser herói, que não deseja ser o invencível guerreiro, o grande governante, o alto legislador e que não quer ser mais que pode a sua humanidade.
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
(Amar. Carlos Drummond de Andrade.)
Sumário
Agradecimentos
Apresentação
Introdução
Capítulo I
Cultura, sociabilidade, música popular e poiesis
Capítulo II
Revolução de trinta, o homem comum e o rádio
Capítulo III
Música popular e ethos, ética e estética cristã e judaica
Capítulo IV
Ethos, ética e estética afro-brasileira
Conclusão
Referências Bibliográficas