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A cada dia vai sendo ampliado o repertório violonístico de compositores do século 19. Desta vez iniciamos a pré-venda exclusiva do livro de partituras Da Inconfidência à seresta: música mineira para violão, vol 1. São transcrições de de Celso Faria a partir de obras para canto e piano. Os compositores são um tanto esquecidos: Mário Penaforte (1876-1928), João Francisco da Matta (1832-1909), Gabriel Fernandes da Trindade (1799-1854), Francisco M. do Valle (1869-1906) e Bernardo Guimarães (1825-1884). Este último é mais lembrado com o autor do livro Escrava Isaura. Mais uma rica parceira da editora Legato com Celso Faria. A tiragem é bem limitada. As entregas serão feitas em 10 de novembro.
Legado
A cada dia vai sendo ampliado o repertório violonístico de compositores do século 19. Desta vez iniciamos a pré-venda exclusiva do livro de partituras Da Inconfidência à seresta: música mineira para violão, vol 1. São transcrições de de Celso Faria a partir de obras para canto e piano. Os compositores são um tanto esquecidos: Mário Penaforte (1876-1928), João Francisco da Matta (1832-1909), Gabriel Fernandes da Trindade (1799-1854), Francisco M. do Valle (1869-1906) e Bernardo Guimarães (1825-1884). Este último é mais lembrado com o autor do livro Escrava Isaura. Mais uma rica parceira da editora Legato com Celso Faria. A tiragem é bem limitada. As entregas serão feitas em 10 de novembro.
Celso Faria é o violonista, especialista em Práticas Interpretativas (UEMG) e mestre em Performance Musical (UFMG). Possui destacada atuação como recitalista de violão solo, em diversificadas formações camerísticas ou ainda como solista orquestral. Tem mais de 180 obras, originais ou arranjadas, dedicadas a ele. Gravou sete CDs e diversos programas para rádio, televisão e internet, foi responsável por várias primeiras audições. Revisou e dedilhou o volume José Augusto de Freitas: dez obras originais para violão, publicado pela editora.
Músicas
Marcha (anônimo)
No regaço da ventura (anônimo)
Melodia (Bernardo Guimarães)
Acaso são estes (anônimo)
Adagio (anônimo)
Dolorosa (Mário Penaforte)
Flores d’alma (João Francisco da Mata)
O cego de amor (Bernardo Guimarães)
Erva mimosa do campo (Gabriel Fernandes da Trindade)
Graças aos céus (Gabriel Fernandes da Trindade)
Prelúdio (Francisco M. do Valle)
Mazurca sentimental (Francisco M. do Valle)
Na apresentação do livro, Harry Crowl escreve: “A importância e popularidade do violão no Brasil geraram abordagens sutis, mas diversificadas nas vá – rias regiões do país. Neste aspecto, a música criada em Minas desde o Séc. XVIII sempre caminhou de uma forma clandestina pelo repertório do instrumento. As modinhas cantadas nos saraus eram acompanhadas muitas vezes por violas de arame, assim como esses instrumentos ainda um tanto rústicos, além das gui – tarras barrocas, eram também frequentemente usados na realização de baixos contínuos na música religiosa.”
AInda segundo Harry Crowl, as publicações que começam a surgir no Séc. XIX, porém, sempre oferecem partituras para voz e piano, como se a ideia fosse, em algum momento, substituir o violão (ou similar), instrumento visto como marginal, pelo nobre do teclado na função de acompanhamento para voz. O trabalho de transcrição minuciosamen – te levado a cabo por Celso Faria nesta coleção, não só resgata um repertório riquíssimo da criação mu – sical mineira ao longo de sua história, mas também traz uma verdadeira redenção do violão junto a este repertório. Estas transcrições vão aproximar as peças musicais de um público maior e revelar para muitos um modo introspectivo, porém caloroso, da música do passado em Minas.






